Capa do artigo sobre Full Commerce e marketplaces em 2025 e em 2026

As 10 categorias mais vendidas nos marketplaces em 2025 e o que elas antecipam para 2026

Índice

Vender em marketplaces nunca foi apenas uma questão de sortimento. Em 2025, isso ficou ainda mais claro. As categorias com maior saída mostram onde a demanda está. Mas também deixam evidente onde muitas operações quebram ritmo, margem e reputação.

O ponto central não é só identificar o que mais vende. É entender o que esses movimentos revelam sobre o próximo ciclo do mercado. E, neste caso, o próximo ciclo já tem data: 2026.

Os dados mostram um ambiente de marketplaces ainda concentrado em grandes ecossistemas, com Mercado Livre, Shopee e Amazon Brasil entre os principais polos de tráfego e intenção de compra 1. Ao mesmo tempo, relatórios e análises recentes indicam que 2026 tende a aprofundar uma lógica já visível em 2025: mais pressão por eficiência, mais peso de logística, mais importância de retail media, mais automação e maior consolidação em torno de operações integradas 4 6.

Em outras palavras, 2025 mostrou o que gira. 2026 tende a mostrar quem está realmente preparado para capturar essa demanda com estrutura.

O que os marketplaces revelam sobre o consumo em 2025

O setor de marketplaces no Brasil segue robusto e concentrado. Segundo a Conversion, o segmento cresceu 7,0% em março de 2025 sobre fevereiro, enquanto os aplicativos responderam por 27,2% do tráfego mensal da categoria 1. No consolidado do período, três players concentraram a maior parte da atenção do consumidor.

PlataformaShare of traffic consolidado
Mercado Livre31,6%
Shopee22,4%
Amazon Brasil18,6%

Esse cenário diz muito sobre o jogo competitivo. O tráfego está em grandes plataformas. A demanda também. Mas a captura dessa demanda depende cada vez mais de uma operação capaz de integrar catálogo, estoque, preço, mídia, logística e atendimento.

As 10 categorias mais vendidas nos marketplaces em 2025

A tabela abaixo organiza as categorias com maior recorrência de demanda nas fontes analisadas, combinando sinais da Shopee, do relatório setorial da Conversion e de levantamentos sobre itens com forte saída no Mercado Livre 1 3.

Ilustração das categorias mais vendidas nos marketplaces em 2025
CategoriaExemplos de itens em destaqueLeitura estratégica
Auto & Motopneus, escapamentos, sistemas de freio, rodasCategoria técnica com forte crescimento e alta exigência operacional
Tecnologia e acessóriossmartwatches, fones bluetooth, caixas de som, dronesAlto giro, concorrência intensa e preço muito sensível
Modaroupas básicas, vestidos, jaquetas, biquínisDemanda recorrente, mas dependente de grade, sazonalidade e devolução
Calçadostênis e calçados esportivosForte tração comercial, com desafio de troca e numeração
Casa e utilidadesorganizadores, itens de rotina doméstica, campingSortimento amplo e dependente de reposição eficiente
Belezaséruns, skincare, cosméticosCategoria de recorrência, reputação e confiança
Saúde e suplementoswhey, colágeno, multivitamínicosRecompra forte, mas exige controle fino de operação
Petareia higiênica, higiene, brinquedos e acessóriosMercado fiel, mas sensível a ruptura e atraso
Ferramentasalicates, chaves, kits de manutençãoVenda técnica, dependente de especificação clara
Esportes e lazerbeach tennis, pesca, campingNichos sazonais com potencial de alta rápida

Tabela de itens mais vendidos em 2025: produto, segmento e métrica pública disponível

Antes de olhar categoria por categoria, vale adicionar uma camada mais concreta à análise. O problema é que os grandes marketplaces quase nunca divulgam, em base aberta, o faturamento por SKU ou a quantidade exata de unidades vendidas por item. Por isso, a tabela abaixo usa a métrica pública mais próxima do desempenho comercial divulgada pelas próprias plataformas ou por veículos que reportaram esses levantamentos em 2025 e 2026 7.

Nota metodológica: quando o dado de valor ou quantidade exata de vendas não foi tornado público pela plataforma, utilizamos a métrica pública disponível de maior aderência comercial, principalmente volume de buscas. No caso da Shopee, o jogo de lençol casal 400 fios foi descrito como o produto mais vendido de 2025 e acompanhado da marca de mais de 11 milhões de buscas 7. No caso do Mercado Livre, o relatório MELI Trends 2025 divulgou os itens mais buscados do ano, usados aqui como proxy pública de demanda 8.

ProdutoSegmentoMarketplace / fonteValor ou quantidade pública disponível
Jogo de lençol casal 400 fiosCasa, cama, mesa e banhoShopee 7Mais de 11 milhões de buscas em 2025
Camiseta Dry Fit 2025Moda esportivaMercado Livre 86,4 milhões de buscas em 2025
iPhone 15Celulares e eletrônicosMercado Livre 86 milhões de buscas em 2025
Creatina MonohidratadaSaúde e suplementosMercado Livre 85 milhões de buscas em 2025
Smartphone Samsung Galaxy A06Celulares e eletrônicosMercado Livre 84,9 milhões de buscas em 2025
Caixa de Som BoomboxÁudio e eletrônicosMercado Livre 84,2 milhões de buscas em 2025

Essa tabela ajuda a enxergar um padrão importante. Os itens de maior tração pública combinam pelo menos um destes fatores: recorrência, apelo de conveniência, forte sensibilidade a preço ou aderência a tendências culturais e de lifestyle. Em outras palavras, o que mais gira em marketplaces nem sempre é apenas o produto “da moda”; muitas vezes é o item que encontra a combinação certa entre demanda, busca ativa e execução operacional consistente.

1. Auto & Moto

Uma categoria técnica que não tolera improviso

A categoria Auto & Moto apareceu entre os destaques regionais observados pela Shopee em 2025, o que reforça a maturidade dos marketplaces para produtos mais técnicos 2. Isso é importante porque amplia o potencial comercial, mas também eleva o risco operacional.

Quando o SKU depende de compatibilidade, aplicação correta e descrição técnica precisa, qualquer erro vira devolução, desgaste no atendimento e queda de reputação. Em categorias como essa, crescer sem processo é quase sempre uma corrida desgovernada.

Como o Full Commerce ajuda

Full Commerce ajuda a organizar ficha técnica, catálogo, sincronização de estoque e governança operacional. Na prática, isso reduz ruído comercial e sustenta escala com mais previsibilidade.

2. Tecnologia e acessórios

Alto giro, alta pressão competitiva

Tecnologia continua entre os grupos mais dinâmicos dos marketplaces, com itens como smartwatches, fones bluetooth, caixas de som, drones e acessórios para celular aparecendo de forma recorrente nas fontes consultadas 2.

O problema é que essa é uma categoria que pune a operação lenta. A margem é pressionada, a concorrência reage rápido e qualquer desalinhamento entre preço, disponibilidade e conteúdo derruba performance.

Como o Full Commerce ajuda

Full Commerce conecta preço, estoque, conteúdo e inteligência de canal. Isso permite reagir mais rápido e operar com visão consolidada, não por tentativa e erro.

3. Moda

Demanda alta não significa operação simples

Moda segue como uma das categorias mais relevantes do digital, com forte presença de roupas básicas, vestidos, jaquetas e peças sazonais 2. O giro é alto, mas a retaguarda cobra caro de quem subestima a complexidade.

Grade quebrada, variações mal configuradas e devoluções fora de controle consomem resultado sem fazer barulho. É o típico caso em que a empresa olha faturamento e perde lucratividade.

Como o Full Commerce ajuda

Com Full Commerce, a marca estrutura catálogo, centraliza estoque, melhora gestão multicanal e organiza a execução comercial. O ganho não está só em vender mais. Está em vender com menos atrito.

4. Calçados

A experiência precisa ser consistente do anúncio à troca

Calçados esportivos e casuais seguem entre os itens com forte tração nos marketplaces 3. Mas esta é uma categoria em que a venda não termina no checkout. Numeração, expectativa do consumidor, devolução e custo logístico afetam diretamente a rentabilidade.

Como o Full Commerce ajuda

Full Commerce melhora a integração entre conteúdo, disponibilidade por grade, logística e atendimento. Isso fortalece a experiência e reduz ruídos que prejudicam ranqueamento e reputação.

5. Casa e utilidades

Sortimento amplo pode esconder desorganização

Itens ligados à rotina doméstica, organização e camping ganharam espaço em 2025 2. O potencial é interessante porque a categoria permite ampliação de portfólio e exploração de cauda longa.

Mas variedade sem método vira descontrole. E descontrole em marketplace costuma aparecer em forma de ruptura, reposição falha e baixa eficiência de catálogo.

Como o Full Commerce ajuda

Ao centralizar estoque, cadastro e inteligência comercial, o Full Commerce transforma variedade em estratégia, e não em acúmulo de complexidade.

6. Beleza

Recorrência é excelente. Inconsistência é cara.

Beleza e cuidados pessoais seguem entre as apostas mais fortes do digital, com alta recorrência em cosméticos, skincare e itens de cuidado diário 3. A atratividade é clara: recompra e relacionamento.

O risco também. Quando embalagem, acondicionamento, validade e experiência falham, a recorrência evapora.

Como o Full Commerce ajuda

Com Full Commerce, a operação ganha consistência em catálogo, abastecimento e atendimento. Em categorias de confiança, isso faz diferença competitiva real.

7. Saúde e suplementos

A recompra depende de previsibilidade

Suplementos e itens de bem-estar seguem relevantes em 2025, impulsionados por hábitos de consumo ligados a saúde e performance 3. Em categorias assim, o consumidor recompra — desde que a experiência seja estável.

Se falta produto, atrasa entrega ou a apresentação é ruim, a migração para o concorrente é imediata.

Como o Full Commerce ajuda

Full Commerce melhora previsibilidade de estoque, organização de canais e governança da recompra. Em mercados recorrentes, isso é vantagem competitiva, não detalhe.

8. Pet

A fidelidade existe, mas ela não suporta falhas recorrentes

O mercado pet aparece com consistência entre os grupos de boa saída, com destaque para areia higiênica, itens de higiene, brinquedos e acessórios 2. É uma categoria resiliente e de recompra forte.

Só que fidelidade sem operação é uma ilusão confortável. Ruptura e atraso entregam o cliente ao concorrente.

Como o Full Commerce ajuda

Uma estrutura de Full Commerce sustenta estoque confiável, previsibilidade de abastecimento e melhor execução multicanal, o que protege a recorrência.

9. Ferramentas

Clareza técnica é parte da venda

Ferramentas seguem relevantes por atenderem consumidor final e público profissional 3. Nessas categorias, descrição ruim não é um detalhe. É um custo oculto que aparece em devolução, dúvida, desgaste de atendimento e perda de conversão.

Como o Full Commerce ajuda

Full Commerce conecta cadastro, conteúdo e gestão de canais, melhorando clareza da oferta e aproveitamento da demanda.

10. Esportes e lazer

Nichos crescem rápido e punem reação lenta

Itens ligados a beach tennis, pesca, camping e lazer ao ar livre apareceram com destaque em diferentes regiões do país 2. São nichos que podem acelerar rápido, mas também exigem leitura ágil de sazonalidade.

Como o Full Commerce ajuda

Full Commerce melhora leitura de dados, integração de estoque e tempo de resposta. Em categorias sazonais, isso significa estar pronto antes do pico.

O verdadeiro gancho: o que 2025 já está dizendo sobre 2026

A leitura mais importante deste artigo não está apenas na lista das categorias. Está no que elas indicam sobre o próximo estágio competitivo dos marketplaces.

Se 2025 mostrou quais frentes têm demanda, os sinais para 2026 mostram quais capacidades operacionais passam a ser decisivas. Artigos e relatórios recentes apontam para um digital mais pragmático, orientado por ROI, com avanço de retail media, maior uso de automação e consolidação de grandes ecossistemas que combinam marketplace, pagamentos, logística e publicidade 4 6.

A implicação é simples: em 2026, não bastará vender em marketplace. Será preciso operar como sistema.

Projeções, ideias e previsões para 2026 baseadas em fontes

1. Os marketplaces tendem a ficar ainda mais concentrados

Segundo projeções de mercado publicadas pela Research and Markets via Business Wire, o e-commerce brasileiro deve manter trajetória de crescimento, com CAGR de 8,6% entre 2025 e 2029, enquanto o ambiente competitivo tende a se consolidar em torno de ecossistemas full-stack com marketplace, pagamentos, logística e ads 6.

Isso significa que 2026 tende a premiar operações que saibam jogar dentro desses ambientes integrados. A empresa que atua de forma isolada ou fragmentada perde barganha, velocidade e eficiência.

2. Retail media deve ganhar peso na visibilidade dentro e fora dos marketplaces

O artigo do E-Commerce Brasil sobre tendências para 2026 trata o retail media como um dos pilares do novo ciclo digital brasileiro, ligado a margem, eficiência e intenção de compra 4. Já o E-Commerce Update, com base em projeções atribuídas à Dentsu, afirma que o retail media deve crescer 14,1% em 2026, aproximando-se do papel de uma das principais avenidas digitais 5.

Para marcas que vendem em marketplaces, isso amplia a pressão por operação comercial bem estruturada. Afinal, não basta ter produto. Será cada vez mais importante ter catálogo bom, pricing afinado, conteúdo forte e capacidade de ativar mídia com inteligência.

3. Logística rápida e seller services devem ficar ainda mais decisivos

A análise da Business Wire destaca que a competição no Brasil tende a se intensificar em shipping economics, seller services, pagamentos e ads, e não apenas em tráfego 6. O mesmo material aponta maior uso de redes físicas como hubs para entregas mais rápidas e fortalecimento de ecossistemas completos.

Em termos práticos, isso sugere que 2026 deve ser ainda mais duro com operações lentas, desconectadas ou dependentes de processos manuais. Em um mercado assim, o custo real não está só no frete. Está na operação desorganizada que atrasa a reação.

4. SEO, GEO e automação devem ganhar relevância estratégica

O E-Commerce Brasil aponta que SEO e GEO voltam ao topo da pauta por efeito composto, menor custo relativo e impacto direto na margem 4. O E-Commerce Update reforça a mesma direção ao destacar GEO como prioridade em um cenário no qual a IA media descoberta e consumo, além de apontar IA, modelagem preditiva e CX automatizada como eixos centrais de 2026 5.

Essa mudança tem impacto direto sobre marcas que operam em marketplaces. Em 2026, conteúdo, estrutura de informação, automação e dados tendem a fazer ainda mais diferença no desempenho comercial.

5. Pix, recorrência e jornadas mais fluidas devem ganhar espaço

A Business Wire também destaca a expansão do Pix e do Pix Automático como força competitiva para jornadas de checkout mais baratas, rápidas e aderentes a recorrência 6. Isso é especialmente relevante para categorias como beleza, suplementos e pet, nas quais recompra e conveniência pesam diretamente no resultado.

O sinal é claro: 2026 não deve premiar apenas quem vende mais barato. Deve premiar quem constrói uma experiência mais fluida.

O que muda para marcas que querem crescer em 2026

As previsões não apontam para um mercado mais simples. Apontam para um mercado mais exigente. O cenário que se desenha combina mais competição por atenção, mais sofisticação logística, mais integração de mídia e operação, e maior dependência de dados, conteúdo e tecnologia 4 6.

Movimento esperado para 2026Impacto para a marcaOnde o Full Commerce entra
Consolidação dos ecossistemasMenor espaço para operação improvisadaIntegra canais, catálogo, estoque e governança
Avanço do retail mediaMais disputa por visibilidade e conversãoOrganiza conteúdo, pricing e execução comercial
Pressão por margem e ROIErros operacionais ficam mais carosCentraliza processos e reduz desperdício
Automação e IA mais presentesReação mais rápida vira vantagem competitivaEstrutura operação orientada por dados
Logística como diferencialSLA e reputação ganham ainda mais pesoMelhora coordenação de estoque e fulfillment
Pagamentos e recorrência mais fluidosConveniência passa a influenciar retençãoSustenta experiência integrada e previsível

Por que o Full Commerce ganha ainda mais força nesse cenário

Full Commerce deixa de ser apenas uma solução operacional e passa a funcionar como uma resposta estratégica ao mercado que 2026 está desenhando.

Quando o ambiente fica mais concentrado, mais integrado e mais orientado por eficiência, o improviso perde espaço. A empresa precisa de método. Precisa de operação centralizada. Precisa de leitura de dados. Precisa de uma estrutura capaz de sustentar catálogo, mídia, logística, atendimento e performance sem transformar crescimento em caos.

É por isso que o debate deixa de ser apenas sobre vender em marketplaces. O debate passa a ser sobre como vender bem, com margem, consistência e escala.

Conclusão

As categorias mais vendidas de 2025 são importantes porque mostram onde a demanda está. Mas o valor estratégico do dado está no próximo passo. Ele ajuda a antecipar onde a operação precisará estar em 2026.

Os sinais de mercado apontam para um ambiente mais pragmático, mais competitivo e mais concentrado, com peso crescente de retail media, automação, logística, pagamentos e ecossistemas integrados 4 6.

A pergunta, portanto, não é apenas quais categorias mais vendem nos marketplaces.

A pergunta certa é: sua operação está pronta para competir no mercado que 2026 já começou a construir?

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FAQ

Quais são as categorias mais vendidas nos marketplaces em 2025?

As categorias com sinais mais fortes de demanda em 2025 incluem Auto & Moto, Tecnologia e acessórios, Moda, Calçados, Casa e utilidades, Beleza, Saúde e suplementos, Pet, Ferramentas e Esportes & lazer 1 3.

Existe um gancho real entre 2025 e 2026 para esse tema?

Sim. As categorias mais vendidas em 2025 mostram onde a demanda está, enquanto as projeções para 2026 indicam um ambiente mais concentrado, mais dependente de logística, mídia, automação e eficiência operacional 4 6.

Quais são as principais previsões para marketplaces em 2026?

As principais previsões indicam maior consolidação em ecossistemas integrados, avanço de retail media, crescimento da importância de seller services e logística, expansão de automação e IA, além de jornadas mais fluidas com Pix e Pix Automático 4 6.

O que é Full Commerce?

Full Commerce é um modelo operacional que integra canais, estoque, logística, atendimento, conteúdo, tecnologia e inteligência comercial para estruturar, operar e escalar uma marca no digital.

Como o Full Commerce ajuda a vender mais em marketplaces?

Ele ajuda a integrar processos, reduzir ruído operacional, melhorar cadastro, sincronizar estoque, proteger margem e aumentar a capacidade de resposta da operação em um mercado mais exigente.

Referencias

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